top of page

ABORDAGEM TERAPÊUTICA

Como eu atendo

Cada mulher chega à terapia com uma história, um contexto de vida e uma forma particular de compreender a si mesma e suas relações.

 

Por isso, meu trabalho não parte de fórmulas prontas nem de explicações que desconsideram a singularidade de cada experiência.

 

Minha abordagem integra a psicoterapia breve e a psicanálise com perspectiva de gênero.

 

Essas vertentes orientam uma escuta atenta tanto aos aspectos emocionais e inconscientes quanto às experiências sociais e relacionais que atravessam a vida das mulheres.

Design sem nome (8).png

Psicoterapia breve

Tratamento com foco definido. A partir das primeiras sessões, busco compreender o que está provocando maior sofrimento em sua vida e quais questões precisam receber atenção prioritária.

 

“Breve” não é superficial, apressada ou limitada a aliviar sintomas. O processo possui uma direção terapêutica clara, construída de acordo com suas necessidades e com os objetivos definidos para o tratamento.

Ao longo das sessões, acompanhamos os movimentos, os impasses e as mudanças que acontecem em torno desse foco. Quando os objetivos forem alcançados, conversaremos sobre a possibilidade de alta. Caso outras questões importantes surjam e faça sentido continuar, o processo poderá ser revisto e ampliado.

Psicanálise

Nem sempre sabemos explicar por que determinadas situações nos afetam tanto, por que alguns vínculos se repetem ou por que mudar pode ser difícil, mesmo quando racionalmente compreendemos o que deveria ser feito.

 

A psicanálise permite olhar para além daquilo que aparece de forma imediata. Por essa via, investigamos como sua história, vínculos, desejos, conflitos e suas formas de proteção participam da maneira como você vive o presente.

Meu objetivo não é oferecer respostas prontas sobre quem você é ou determinar quais escolhas deve fazer. Minha função é te ajudar a construir uma compreensão mais profunda sobre o que sente, reconhecer os sentidos presentes em seus modos de agir e ampliar seus recursos emocionais para se posicionar com mais segurança.

Perspectiva de gênero

O sofrimento emocional de uma mulher não pode ser compreendido fora do contexto em que ela vive. Desde cedo, muitas mulheres aprendem que precisam agradar, cuidar, ceder, compreender e preservar seus relacionamentos, mesmo quando isso exige que silenciem as próprias necessidades.

 

Essas expectativas podem influenciar a autoestima, a culpa, a ansiedade e a maneira como cada mulher se relaciona consigo mesma e com as outras pessoas.

 

A perspectiva de gênero me ajuda a compreender esses atravessamentos sem transformar problemas sociais e relacionais em falhas individuais. Isso também significa não responsabilizar uma mulher pela violência, pelo desrespeito ou pelas escolhas de outra pessoa.

Na terapia, procuro diferenciar aquilo que pertence à sua história daquilo que foi aprendido, exigido ou naturalizado ao longo da vida. Essa compreensão pode abrir espaço para escolhas mais conscientes e relações nas quais você não precise desaparecer para permanecer.

Vínculo como parte do tratamento

Para mim, a terapia acontece via vínculo. Antes de qualquer técnica ou intervenção, é fundamental que você se sinta segura, respeitada e verdadeiramente compreendida.

Acolher não quer dizer apenas ouvir ou concordar com tudo. Acolhimento é te oferecer uma escuta cuidadosa, sem julgamentos, ao mesmo tempo em que proponho perguntas e reflexões que possam te ajudar a perceber aspectos ainda pouco compreendidos de sua experiência.

Construir esse vínculo leva tempo e acontece de maneira singular. Por isso, respeito seus limites, ritmo e as condições emocionais disponíveis em cada momento do processo.

Processo terapêutico personalizado pra você

Não existe uma resposta universal para a ansiedade, a culpa ou os conflitos nos relacionamentos. Um mesmo comportamento pode cumprir funções diferentes na vida de cada mulher.

Em vez de perguntar apenas “como eliminar isso?”, busco compreender também “por que isso passou a ser necessário?” e “do que essa forma de agir tentou te proteger?”. Essa mudança de perspectiva permite cuidar do sofrimento sem reduzir sua experiência a um diagnóstico, a uma falta de força de vontade ou à ideia de autossabotagem.

A partir dessa compreensão, o processo terapêutico pode favorecer mudanças mais consistentes, você deixar a imposição de uma versão ideal de quem você deveria ser, e troca pela construção de novas possibilidades de sentir, escolher e se relacionar.

Como esta abordagem pode te ajudar

Esse trabalho pode fazer sentido para você que deseja:

  • compreender o que sustenta sua ansiedade;

  • reconhecer padrões que se repetem em seus relacionamentos;

  • estabelecer limites sem se sentir responsável por todas as reações do outro;

  • lidar com a culpa e com a autocrítica;

  • compreender suas necessidades e seus desejos;

  • desenvolver recursos emocionais para atravessar conflitos e decisões;

  • construir relações mais saudáveis sem se deixar de lado;

 

A terapia não promete uma vida sem conflitos, mas pode ajudar você a atravessar estes desafios com mais recusos, clareza e autonomia emoconal.

logo psicóloga Gabriela dos Reis

Gabriela dos Reis
PSICÓLOGA ONLINE | CRP07/35571

©Copyright Gabriela dos Reis 2026.
Todos os direitos reservados.

bottom of page