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ABORDAGEM TERAPÊUTICA

Como eu atendo

Cada mulher chega à terapia com uma história, um contexto de vida e uma forma particular de compreender a si mesma e suas relações.

 

Por isso, meu trabalho não parte de fórmulas prontas nem de explicações que desconsideram a singularidade de cada experiência.

 

Minha abordagem integra a psicoterapia breve e a psicanálise com perspectiva de gênero.

 

Essas vertentes orientam uma escuta atenta tanto aos aspectos emocionais e inconscientes quanto às experiências sociais e relacionais que atravessam a vida das mulheres.

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Psicoterapia breve

Tratamento com foco definido. A partir das primeiras sessões, busco compreender o que está provocando maior sofrimento em sua vida e quais questões precisam receber atenção prioritária.

 

“Breve” não é superficial, apressada ou limitada a aliviar sintomas. O processo possui uma direção terapêutica clara, construída de acordo com suas necessidades e com os objetivos definidos para o tratamento.

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Ao longo das sessões, acompanhamos os movimentos, os impasses e as mudanças que acontecem em torno desse foco. Quando os objetivos forem alcançados, conversaremos sobre a possibilidade de alta. Caso outras questões importantes surjam e faça sentido continuar, o processo poderá ser revisto e ampliado.

Psicanálise

Nem sempre sabemos explicar por que determinadas situações nos afetam tanto, por que alguns vínculos se repetem ou por que mudar pode ser difícil, mesmo quando racionalmente compreendemos o que deveria ser feito.

 

A psicanálise permite olhar para além daquilo que aparece de forma imediata. Por essa via, investigamos como sua história, vínculos, desejos, conflitos e suas formas de proteção participam da maneira como você vive o presente.

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Meu objetivo não é oferecer respostas prontas sobre quem você é ou determinar quais escolhas deve fazer. Minha função é te ajudar a construir uma compreensão mais profunda sobre o que sente, reconhecer os sentidos presentes em seus modos de agir e ampliar seus recursos emocionais para se posicionar com mais segurança.

Perspectiva de gênero

O sofrimento emocional de uma mulher não pode ser compreendido fora do contexto em que ela vive. Desde cedo, muitas mulheres aprendem que precisam agradar, cuidar, ceder, compreender e preservar seus relacionamentos, mesmo quando isso exige que silenciem as próprias necessidades.

 

Essas expectativas podem influenciar a autoestima, a culpa, a ansiedade e a maneira como cada mulher se relaciona consigo mesma e com as outras pessoas.

 

A perspectiva de gênero me ajuda a compreender esses atravessamentos sem transformar problemas sociais e relacionais em falhas individuais. Isso também significa não responsabilizar uma mulher pela violência, pelo desrespeito ou pelas escolhas de outra pessoa.

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Na terapia, procuro diferenciar aquilo que pertence à sua história daquilo que foi aprendido, exigido ou naturalizado ao longo da vida. Essa compreensão pode abrir espaço para escolhas mais conscientes e relações nas quais você não precise desaparecer para permanecer.

Vínculo como parte do tratamento

Para mim, a terapia acontece via vínculo. Antes de qualquer técnica ou intervenção, é fundamental que você se sinta segura, respeitada e verdadeiramente compreendida.

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Acolher não quer dizer apenas ouvir ou concordar com tudo. Acolhimento é te oferecer uma escuta cuidadosa, sem julgamentos, ao mesmo tempo em que proponho perguntas e reflexões que possam te ajudar a perceber aspectos ainda pouco compreendidos de sua experiência.

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Construir esse vínculo leva tempo e acontece de maneira singular. Por isso, respeito seus limites, ritmo e as condições emocionais disponíveis em cada momento do processo.

Processo terapêutico personalizado pra você

Não existe uma resposta universal para a ansiedade, a culpa ou os conflitos nos relacionamentos. Um mesmo comportamento pode cumprir funções diferentes na vida de cada mulher.

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Em vez de perguntar apenas “como eliminar isso?”, busco compreender também “por que isso passou a ser necessário?” e “do que essa forma de agir tentou te proteger?”. Essa mudança de perspectiva permite cuidar do sofrimento sem reduzir sua experiência a um diagnóstico, a uma falta de força de vontade ou à ideia de autossabotagem.

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A partir dessa compreensão, o processo terapêutico pode favorecer mudanças mais consistentes, você deixar a imposição de uma versão ideal de quem você deveria ser, e troca pela construção de novas possibilidades de sentir, escolher e se relacionar.

Como esta abordagem pode te ajudar

Esse trabalho pode fazer sentido para você que deseja:

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  • compreender o que sustenta sua ansiedade;

  • reconhecer padrões que se repetem em seus relacionamentos;

  • estabelecer limites sem se sentir responsável por todas as reações do outro;

  • lidar com a culpa e com a autocrítica;

  • compreender suas necessidades e seus desejos;

  • desenvolver recursos emocionais para atravessar conflitos e decisões;

  • construir relações mais saudáveis sem se deixar de lado;

 

A terapia não promete uma vida sem conflitos, mas pode ajudar você a atravessar estes desafios com mais recusos, clareza e autonomia emoconal.

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Gabriela dos Reis
PSICÓLOGA ONLINE | CRP07/35571

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