5 práticas para elevar sua autoestima
- Gabriela dos Reis

- 21 de jan.
- 2 min de leitura
Como construir uma autoestima fortalecida, 5 segredos para aprender a se priorizar e cuidar de quem mais importa: você.
Para ter uma autoestima de "milhões" não bastar querer, você precisa fazer.

Para começar é importante que você saiba que ter autoestima não significa se amar e se valorizar o tempo inteiro, todo mundo tem seus dias ruins, ainda mais nós mulheres a depender da fase da vida. Ela é cíclica e estamos em processo durante a vida toda. Então, tendo isso em consideração vamos ao que interessa.
Autoestima não se constrói pela via da cobrança constante. Ela se desenvolve quando você aprende a reconhecer suas emoções, se tratar com humanidade e responder a si mesma com mais consciência emocional.
Dentro do contexto de vida das mulheres, que é marcado por sobrecarga, exigências e pouco espaço para falhas, a autocompaixão e a inteligência emocional se tornam recursos emocionais fundamentais. A seguir, cinco práticas simples e possíveis para o cotidiano.
1. Observe suas emoções sem se atacar
Quando algo dói, muitas mulheres se voltam contra si mesmas.
A autocompaixão propõe outra perspectiva: observar o que você sente sem julgamento, sem correção e sem violência interna.
Essa postura não elimina a dor, mas cria uma via mais segura de relação consigo mesma, e isso fortalece a autoestima.
2. Reconheça sua dor como legítima
Toda emoção faz sentido dentro de um contexto.
Não existe intensidade certa ou errada para sentir. Existe história, vivência e complexidade humana.
Quando você reconhece sua dor como legítima, em vez de tentar se encaixar em um padrão emocional, você reduz a vergonha e amplia seus recursos emocionais, se sentindo mais segura.
3. Lembre-se de que você não está sozinha
O sofrimento não é um defeito individual, é uma experiência humana compartilhada.
Essa mudança de vertente, sair do “há algo errado comigo” para uma compreensão mais ampla, tende a diminui o isolamento interno e sustenta a autoestima.

Pertencer à experiência humana também é um alívio emocional.
4. Crie pausas antes de reagir a si mesma
Inteligência emocional não é controlar emoções, mas criar espaço entre sentir e agir, para assim escolher com clareza o que fazer.
Uma pausa curta já muda a perspectiva e evita respostas internas agressivas.
Essa via de autorregulação emocional protege sua autoestima nos momentos mais difíceis.
5. Cuide de si justamente quando está difícil
Autocompaixão não é algo que se pratica apenas quando tudo vai bem.
É nos dias de falha, cansaço e insegurança que sua relação consigo mesma está sendo construída.
Oferecer-se acolhimento nesses momentos não te fragiliza, te sustenta emocionalmente.
Autocompaixão também é autoestima
Autoestima não nasce da exigência de ser forte o tempo todo. Ela cresce quando você aprende a se tratar com mais humanidade, consciência emocional e respeito pela sua própria história.
Dentro dessa perspectiva, cuidar de si não é luxo: é necessidade.
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